SAÚDE

A vacina desenvolvida pela Universidade Oxford apresenta ótimos resultados.




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Mais uma esperança. A vacina desenvolvida pela Universidade de Oxford, no Reino Unido, em parceria com a farmacêutica AstraZeneca, parece ser segura e capaz de desenvolver anticorpos contra o novo coronavírus. Os primeiros resultados do ensaio envolvendo cerca de 1.077 pessoas foram divulgados hoje, na renomada revista The Lancet. De acordo com os dados, as pessoas que receberam a imunização produziram anticorpos e glóbulos brancos para combater o vírus.
 
A resposta imune foi medida em laboratório. São necessários mais testes para confirmar se a vacina protege efetivamente contra infecções, disseram os cientistas.

Foi vista uma resposta por células T (células do sistema imune capazes de identificar e destruir outras células infectadas) 14 dias após a dose. Já os anticorpos, capazes de destruir o próprio vírus, foram identificados 28 dias após a administração da vacina.
 
A vacina britânica poderá ter o registro liberado em junho de 2021, de acordo com Soraia Smaili, reitora da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp).

Ao todo, 50 mil pessoas participam dos testes em todo o mundo, 10% delas no Brasil: 2 mil em São Paulo, 2 mil na Bahia e outras 1 mil no Rio de Janeiro. O Centro de Referência para Imunobiológicos Especiais (CRIE) da Unifesp coordena a aplicação da vacina em São Paulo, que começou em junho com voluntários da área da saúde.
 





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SAÚDE  |  11/08/2020 - 10h







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