CENÁRIO URBANO

A manhã mais sangrenta do Rio de Janeiro


Policiais civis carregam o corpo de uma pessoa morta durante operação na favela do Jacarezinho, nesta quinta-feira, 6 de maio, no Rio de Janeiro.RICARDO MORAES / REUTERS

Nesta quinta-feira (6) segundo o Grupo de Estudos dos Novos Ilegalismos da Universidade Federal Fluminense a operação da Polícia Civil na comunidade do Jacarezinho, zona norte, foi a mais letal da história, a qual deixou 25 mortos, superando a até então maior realizada em 2007 no Complexo do Alemão, com 19 mortos. A ação iniciada nas primeiras horas da manhã foi caracterizada por intensos tiroteios e a presença de blindados e helicópteros da corporação na área que segundo a polícia é um dos locais de atuação da facção Comando Vermelho. Entre os 25 mortos, um era policial civil. André Frias de 45 anos trabalhava na Delegacia de Combate às Drogas e foi atingido na cabeça.
  
No fim da tarde em entrevista coletiva, a corporação confirmou o número de mortes e afirmou que seis pessoas foram presas, além da apreensão de  16 pistolas, seis fuzis, uma submetralhadora, 12 granadas e uma escopeta calibre 12. Os agentes investigavam o aliciamento de crianças e adolescentes para ações criminosas "As investigações continuam, outras operações virão, e a gente busca não permitir que essas crianças sejam aliciadas pelo tráfico" disse um agente. As autoridades negaram os abusos relatados por moradores e afirmaram que os policiais agiram em legítima defesa. "A única execução que houve foi a do policial, infelizmente. As outras mortes que aconteceram foram de traficantes que atentaram contra a vida de policiais e foram neutralizados".





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