EDUCAÇÃO

Pesquisa aponta falhas nos protocolos para volta às aulas


Escola do Ceará. Foto: (Mateus Dantas/O POVO)

Uma pesquisa liderada pela professora de ciência política da Universidade de São Paulo (USP), Lorena Barberia, também coordenadora da Rede Pesquisa Solidária, mostrou falhas nos protocolos para volta às aulas.
 
O resultado sinaliza risco de aumento de transmissão na reabertura das escolas, caso os protocolos não sejam revistos.

Foram analisadas medidas dos estados do Amazonas, Ceará, Mato Grosso, Rio Grande do Sul e São Paulo, partir de oito eixos (máscaras, ventilação, imunização, testagem, transporte, ensino remoto, distanciamento e higiene).
 
Os critérios foram escolhidos com base em estudos dos Centros de Controle e Prevenção de Doenças (CDC, na sigla em inglês) indicando medidas efetivas para interromper a transmissão de Covid-19, os quais foi definido um índice de segurança para o retorno às aulas presenciais.
 
"Mesmo nas medidas mais simples, como incentivo ao uso de máscaras, nenhum estado teve nota máxima porque não especificam que tipo de qualidade será exigido", afirma Luiz Cantarelli, coautor do estudo, durante apresentação dos dados em um seminário virtual do Instituto de Estudos Avançados (IEA) da USP.
  
A média das pontuações varia de 0 a 100, e só foram consideradas ações formalizadas pelos governos estaduais. Dos 5 estados, o Ceará foi o que apresentou o melhor índice, 59,07, mas não corresponde o ideal, enquanto o Mato Grosso registrou 30,65.

 





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