ELEIÇÕES 2022

Emidio de Souza, um nome forte de um PT com poucos nomes atualmente


Emidio de Souza que passou o réveillon ao lado de Lula - Imagem: Reprodução Redes Sociais

Ao longo desses quase 20 anos, desde a posse de Lula em 2002, até o primeiro dia de 2022 é perceptível o quanto o PT "se apequenou" nos últimos anos, tanto em termo de governo, quanto em relação ao seu quadro de primeiro escalão  que chegou a ter nomes como: Antônio Palocci, Benedita da Silva, Dilma Rousseff, Guido Mantega, Humberto Costa, Jaques Wagner, José Dirceu, Marina Silva, Olívio Dutra, Ricardo Berzoini, Luiz Dulci, Luiz Gushiken, Nilmário Miranda, Tarso Genro,  que compunham os ministérios de Lula em seu primeiro mandato, além de Marta Suplicy (prefeita de São Paulo entre 2001 e 2005),  José Genoíno (Presidente Nacional do PT entre 2003 e 2005), João Paulo Cunha (Presidente da Câmara entre 2003 e 2005).
  
Passadas quase duas décadas, a lista hoje é bem reduzida, e o partido envolvido nos escândalos do mensalão, em 2005, desencadeando processos contraparte de sua cúpula, no ano de 2016 teve o seu maior golpe, quando a então Presidente da República, Dilma Rousseff sofreu Impeachment, e dois anos depois seu principal líder, Lula, foi preso, e mesmo o partido estando nas projeções de estar em seu fim, disputou a eleição para presidente em 2018, obtendo 47 milhões de votos com Fernando Haddad.

Porém, paralelamente diante desses percalços munidos de denúncias de corrupção soube se fortalecer e se mostra a caminho, segundo as pesquisas eleitorais, de vencer a quinta eleição para Presidência da República, de uma forma "enxuta" a qual mostra Lula e os novos (todos com histórico no PT), e poucos personagens do partido, que hoje protagonizam e atendem pelos nomes de: Gleisi Hoffmann (atual presidente do PT), o próprio Fernando Haddad, forte nome na disputa pelo governo de SP e Emídio de Souza, ex-prefeito de Osasco e atual deputado estadual.
  
No caso de Emidio, que fez história e carreira política em Osasco, um dos berços do PT, é hoje ao lado de Haddad as principais referências do partido em SP. É notória que as possibilidades desses nomes ocuparem o topo do governo federal, caso Lula sai vencedor, é grande, e Emídio poderá se igualar em importância a outro petista osasquense, João Paulo Cunha, que chegou até mesmo assumir a Presidência da República em decorrência de uma viagem de Lula à Venezuela e a impossibilidade do vice José Alencar que estava internado, mas hoje segue mais nos bastidores da política, sem o mínimo daquela notoriedade do passado.
 
Enquanto os políticos da região miram em apoios para suas candidaturas, ou mesmo em buscarem apoios para outros candidatados do partido, Emídio já trafega em uma estrada por enquanto tranquila, e reservada para poucos.
   





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